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Poemas meus – Amor à moda antiga (nº 8)

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Saudade ou solidão?

 Eu não sei afirmar com exatidão

O que está realmente acontecendo comigo

Só sei que hoje como nunca

Senti desesperada solidão

Descobri realmente o que há muito queria

Não sabia se era saudade ou solidão

Em que eu embalava minha vida

Vejo porém que alguma coisa de você

Se revela em mim quando distante

E neste momento angustiante

Que passo a escrever o que sinto

Descobri enfim que é saudade e é solidão

Você quebrou o encanto de alegria

Fazendo-me conhecer a solidão

E com ela um pouco de tristeza

Você quebrou o meu encanto de alegria

Fazendo-me conhecer a saudade

E com ela um pouco mais de tristeza

E são essas as lembranças que você deixou

E que ainda hoje habitam meu coração

 

Fátima Cruz – 25.10.71

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Poemas meus – Amor à moda antiga (nº 7)

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Esperança

 

Pensei não sentir nada por ti

Mas quando te perdi, compreendi

Que quanto mais se pensa

Mais fácil fica-se sem recompensa

 

Estais cheio de heroísmo

Porém sei que no teu íntimo

Há um pouco de lembrança

De quem te ama com esperança

 

Almejo-te muitas felicidades

Mesmo sendo com saudades

Das que contigo senti

 

Talvez um dia compreendas

Que existe um coração as expensas

Esperando sempre por ti

 

Fátima Cruz – 20.10.71

 

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Poemas meus – Amor à moda antiga (nº 6)

 

 

Seus gestos

 São belos e meigos os seus gestos

Mas não sei se causam alegria

Só sei que enchem de projetos

Quem só tem a vida vazia

 

São realizados com mãos quase infantis

Para quem nunca soube o que é amor

Por mãos adultas tornam-se gentis

Para quem do amor conhece o esplendor

 

Olha que com seus próprios gestos

Um dia poderá desenganar alguém

Uma vez que não souber deixá-los expressos

 

Se conseguir deixá-los enquadrados

Sem que alguém um dia os transforme

Serão eles por mim sempre guardados

Fátima Cruz – 05.10.71

 

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Poemas meus – Amor à moda antiga (nº 5)

 

 

As estrelas

Quando no céu as estrelas começam a brilhar

Uma noite sem lua elas começam a iluminar

Os seus olhos brilhantes, brilham assim

Para iluminar o caminho seguido por mim

 

Uma estrela dura toda uma vida

Para não deixar a noite sentida

E seu olhar nunca há de morrer

Para sempre a mim fazer viver

 

Mesmo que você seja uma estrela distante

Sendo sempre a mais brilhante

Seu brilho virá onde estou

 

Eu tenho no céu uma estrelinha

Que se algum perguntares pela vida minha

Ela dirá: a vida dela é lhe amar

 

Fátima Cruz      –     12.06.71

 

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Poemas meus – amor à moda antiga (nº 4)

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Saudades

 

Nas horas tristes em que estou

Só vejo você chegando

E querendo que lhe dê amor

Mas vejo que estou apenas sonhando!

 

São sempre as saudades

Que vem falar de você

Quando querendo chegar a felicidade

Vem só me fazer sofrer

 

Saudade! Pedaço de mim

Que você levou para sempre

E sei que existirá até o fim

 

Mas são tão doces suas saudades

Pelo menos em sonho vejo você

E sendo assim me trazem felicidades!

 

Fátima Cruz  – 18.05.71

 

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Poemas meus – amor à moda antiga (nº 3)

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Ao meu amor

 Será que você não há de mudar?

Será que há de ser sempre assim?

Nem ao menos para o meu amor sabe olhar?

O que me serve na vida enfim?

Quando olhar para uma estrela

Pense em alguém que ama com felicidade

Que pode estar longe como as estrelas

Mas que de longe sente saudades

Quando no céu as estrelas começam a brilhar

Logo nelas você devia ler

Que ainda continuo a lhe amar

Se você é capaz de entender com ardor

Olhe bem nos meus olhos e verá

Que dentro deles existem amor

Fátima Cruz  –  02.05.71

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Poemas meus – amor à moda antiga (nº 2)

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Seus olhos

São negros os seus olhos

Mais negros que a noite sem luar

Porém saiam mais gloriosos

Quando minha noite vinham enfeitar

 

Brilham mesmo mais que a luz

Entre doçura sem fim

Meu bem seu olhar produz

Mil sonhos dentro de mim

 

Não consigo deixar de olhar agora

Aqueles olhos que um dia esqueceram

Que ainda o amo como outrora

 

Oxalá! Eu pudesse olhar agora

Seus olhos pertinho como antigamente

E dizer: quero de novo lhe amar

Fátima Cruz     –      21.04.71

 

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Poemas meus – Amor à moda antiga (nº 1)

Dia da Árvore

Você

Você já era parte de minha vida

E vai pouco a pouco de mim se afastando

Sabendo que aqui deixa uma ave ferida

Mas não se importa que alguém o esteja amando.

Os seus olhos para mim, encerram amor

Para você, os meus não tem significado

Sempre para os seus olhos olhei com ardor

Apesar de assim, nunca aos meus ter olhado.

Quando me lembro do calor que senti

Você me aquecia, porém talvez sem saber

Daquele tamanho amor que um dia perdi.

Ah! Quem me dera que um dia pudesse ver

Aquilo tudo renascer novamente

Para tudo aquilo podermos reviver.

Fátima Cruz 

12.04.71

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