Como penso
Como pensam
Como vivo
Como vivem
Como sofro
Como sofrem
Como ajo
Como agem
Como sonho
Como sonham
Como me vejo
Como me vêem
Como amo
Como amam
Como sou eu?
– Fátima Cruz
Como penso
Como pensam
Como vivo
Como vivem
Como sofro
Como sofrem
Como ajo
Como agem
Como sonho
Como sonham
Como me vejo
Como me vêem
Como amo
Como amam
Como sou eu?
– Fátima Cruz
Se você gosta de poemas, de expressões e palavras que demonstrem o sentimento de um verdadeiro amor, faça uma visita ao site abaixo: http://www.fatimacruz.recantodasletras.com.br e se gostar e se sentir à vontade para fazer algum comentário, ficarei muito grata.
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Um rosto
Um sorriso
Uma expressão
Um olhar
Um amor ?
Dúvidas,
Esperança talvez.
Não, não é esperança
É querer.
Quero amá-lo
Quero vê-lo
Mas é aquele rosto
Aquele sorriso
Aquela expressão
Aquele olhar…
É, foram todas as coisas juntas
Que amei
Amei ?
Não sei….
Mas marcaram.
Fátima Cruz – 28.09.76
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – É proibida a reprodução total ou parcial sem a indicação do autor, de qualquer forma ou por qualquer meio. A violação dos direitos de autor (Lei nº 9.610/98 é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal.
Esta rosa me fala de você
Cada pétala, me diz de você
Diz como amei você
Me explica como aconteceu
Foi tudo tão rápido
Conheci você
E algo em mim adormecido
Surgiu como a um toque mágico
Aquele toque que vi em você
Nos seus olhos, nos seus gestos
Em você
Mas sabe, como você
Esta rosa não tem espinhos
Por isso não me fere
Como você não me descobre
Ou talvez não possa
Ou mesmo não me entenda
Ou talvez ainda aconteça
Que eu não entenda
Não devia amar você
Mas se em mim o coração predomina
As razões se tornam poucas
Só quero amá-lo!
Como amo agora o vermelho da rosa
O vermelho que você me deu através da rosa
Ela é pura
Não posso mentir para ela
Nem para mim mesma
Nem esconder de você
Desculpe, é a rosa que fala
A rosa que desperta em mim
A rosa vermelha
A rosa do amor
Não pense em nada
Não sofra
Lembre-se apenas de quem você ama
Não tenho culpa
Perdoe-me
Mas é amor!
Fátima Cruz -16.02.75
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Hoje, presente
Passaram horas, minutos, segundos
E nada em mim mudou
Passam horas, minutos, segundos
E nada em mim muda
Passarão horas, minutos, segundos
E nada em mim mudará
É, só existe rotina em minha vida
Sempre as mesmas alegrias parciais
E sempre a mesma tristeza profunda
De ser tão só, de viver só
Amo, como todo dia
E isso nada altera na pessoa amada
Hoje fui feliz e fui triste
Hoje sou feliz e sou triste
Hoje serei feliz e serei triste
Hoje sou o que penso
Hoje sou o que escrevo
Amanhã já não sei
O que serei ou quem serei
Feliz, alegre, triste, só,
Ou mesmo se amarei alguém
Hoje ainda sou muito
Hoje ainda existe alegria
Hoje ainda existe tristeza
Hoje ainda a rotina me acompanha
Hoje ainda existe amor!
14.05.74
Renascendo e morrendo
Hoje vi você
Que surpresa me causou!
Ah! há muito, muito tempo mesmo
Alguém não me interessava assim
E você, só hoje o vi
E logo me cativou, me despertou
Sabe, eu não sei bem o que senti
Mas algo em mim já diz
Que esqueci alguém do passado
E que também amo alguém no presente
Agora talvez, eu renasça um pouco
E talvez também, morra um pouco
Algo dentro de mim
Não há dúvida
Sempre que algo novo nos acontece
A gente nasce e morre um pouco
Uma vez na vida amei
Uma vez na vida renasci
Uma vez na vida morri
E agora amo outra vez
Não sei quando morrerei um pouco
Com a morte que existir
Neste amor que sinto por você
Cada dia que passa
Sinto-me caminhando em vão
Você não me olha, não me vê
Fico sempre perto de você
E você tão longe de mim
Isso me deixa triste
Pois, se algo dentro de mim
Morrer antes mesmo de viver
Morrerá em vão
Sem uma mão
Sempre na solidão
Sem nenhuma solução.
Fátima Cruz – 12.04.74
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Encontro-me às vezes surpresa
Entre soluços estranhos
Cheios de lágrimas translúcidas
Nas quais transparecem
Os fluxos de esperanças
No êxtase do meu íntimo
Que ainda hoje sofre
Por um diminuto amor.
Sim encontro-me flutuando
Entre recordações alegres
Que por serem recordações
Tornam-se um tanto tristes
Tristes, mais anexas
Sempre: a você, a mim
a nós, ao nosso amor
E a tudo de nós mesmos.
Fátima Cruz – 03.10.73
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