Autor: Fatima Cruz Ferreira (Page 5 of 11)

Pós graduada em Administração de Recursos Humanos, Master em Coaching e em Programação Neurolinguística-PNL, Co-autora do livro "Os segredos da prosperidade" da Editora Saphi, Co-autora do livro "Seja sua melhor versão" da Editora Saphi e autora do livro "Amor à moda antiga - Poemas, palavras e sentimentos" editora Chiado Books. Atuando na área de desenvolvimento humano, através do coaching e PNL e consultoria para pequenas e médias empresas. Workshops, treinamentos e palestras.

Transformando vidas! oportunidades!

Você anseia por uma transformação na sua vida?

Você é daquelas pessoas que não conseguem realizar seus objetivos?

Você está satisfeito com sua vida neste momento, mas sente que falta algo a mais para que você se sinta pleno(a)?

Se você se enquadra em um desses 3 questionamentos, tenho algo que pode lhe surpreender.

aguarde a Black Friday, ela lhe trará uma excelente oportunidade para você solucionar de vez, esses questionamentos.

Aprendendo com as métaforas – Ganância

Eu gosto de metáforas!

Elas nos fazem refletir e aprender de uma forma subjetiva lições preciosas sobre a realidade da vida!!!!

A ganância não é de todo ruim, a não ser que ultrasse os limites normais da coerência com seus valores e ambições.

Escolhi hoje esta metáfora pela importância que este aprendizado pode nos trazer.

Aprenda, aprenda, aprenda………..

Ganância

Um poderoso rei era conhecido por sua ambição.

Um dos defensores do povo humilde daquela aldeia, não suportando mais ver tanta corrupção e injustiça, resolveu dar uma boa lição no rei.

Pesquisando seus hábitos diários descobriu que o rei todas as semanas passeava perto do rio para pedir peixes frescos aos pescadores.

O homem justo conseguiu quatro pedras de ouro e sentou-se na margem do rio como se fosse plantar.

O rei vendo a cena, perguntou ao homem o que significava aquilo. Ele respondeu tranquilamente que estava preparando as sementes para plantar ouro.

O rei muito interesseiro já começou a ver um jeito de ganhar dinheiro com aquela descoberta e prontamente lhe ofereceu sociedade. Daria ao homem vinte por cento e ficaria com o restante, pois afinal, ia lhe dar as “sementes”.

O homem concordou e no dia seguinte foi ao rei apanhar somente duas sementes porque o tempo não estava muito bom para o plantio.

O homem deixou passar uns três dias e retornou ao rei com seis pedras de ouro, afirmando já ser a colheita. Na verdade, as seis pedras eram as quatro iniciais e as duas que ele apanhara com o rei.

O rei na sua extrema cobiça, arregalou os imensos olhos que brilhavam tanto quanto as pedras de ouro.

Colocando as mãos nos ombros do homem, disse solenemente:

– Para boas sementes não há tempo ruim. Vamos, venha buscar boas e muitas sementes!

O rei levou o homem até o cofre real recheado do ouro do povo e mandou que enchesse duas carroças de “sementes”.

O homem assim fez.

E chegando na aldeia, distribuiu entre o povo o ouro…

O homem deixou passar alguns dias e voltou ao rei que o acolheu de braços abertos.

– Meu filho, por que não avisou que estava chegando? Que perigo você andando por aí sozinho com tamanha quantidade de ouro! Quantas carroças? Vinte? Trinta?

O homem, fingindo tristeza, respondeu:

– Rei, aconteceu uma tragédia. Plantei aquelas sementes, reguei-as com carinho, mas uma inesperada praga destruiu toda a nossa plantação. Perdemos tudo!

O rei ficou furioso e aos gritos avançou sobre o homem:

– Você acha que sou tolo o suficiente para acreditar que pedras de ouro podem ser devoradas por uma praga como se fossem árvores?

O homem respondeu calmamente:

– Se o senhor não acredita que ouro possa ser destruído como árvore, como pode ter acreditado que semeando poderia dar frutos?

O rei ficou furioso com a astúcia do homem, mas não fez nada contra ele.

O homem continuou sua viagem e nunca mais se ouviu falar nele.

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É sempre bom dividirmos conhecimento!!!!

Verdade ou máscara

Você vive sua verdade? Ou vive colocando máscaras diariamente?

De que tamanho está o seu ego?

Consegue realmente se despir de subterfúgios para aparentar o que não lhe representa?

Já se sentiu livre para mostrar sua cara ou ainda vive criando personagens como se fosse um ator de teatro?

Encontre-se com você mesma(o) e resolva ser livre, leve e solta(o) como a felicidade pede que seja!

Seja pleno!!!

 

Para uma melhor compreensão leia abaixo o texto do Yehuda

”VIVER NOSSA VERDADE

Todos nós usamos máscaras.

Ninguém é 100% de si durante 100% do tempo. Desde um sorriso forçado, quando tivemos um dia realmente horrível, até fingir compartilhar com alguém quando temos segundas intenções, nossas máscaras estão sempre escondendo uma coisa: a verdade.

O ego impede-nos de vivermos nossa verdade. Ele nos convence de que nossa máscara nos protege. Mas essa personalidade falsa que incorporamos para evitar sofrer ou sentir dor é a mesma que nos bloqueia e impede de vivenciarmos a plenitude.

Assim como é impossível obter um bronzeado com uma máscara no rosto, também não conseguimos nos conectar com a Luz quando fingimos ser quem não somos.

Quando despimos nossa alma e paramos de esconder nosso lixo – nosso casamento falido, relacionamentos problemáticos, medos financeiros ou baixa autoestima – podemos criar conexões verdadeiras com as pessoas. Sem mencionar que isso também abre para os outros um espaço seguro para serem quem são, porque provavelmente seus medos e problemas são similares aos nossos.

Não é uma coisa fácil de fazer, mas quando reunimos forças para expor nossas fraquezas, damos um passo além e nos conectamos com a Luz.

Ao removermos nossas máscaras e vivermos nossa verdade, permitimos que a Luz brilhe sobre nós e que nossa própria Luz brilhe sobre os outros.”

Yehuda

Ego ou alma?

Qual opção é sua escolha?
Você acha que as duas coisas podem caminhar juntas?

Menos ego e mais alma?

Qual seria sua percepção sobre isso?

O seu ego, lhe comanda?

Já tentou viver mais pelo belo, pela compreensão, pela gratidão, por uma forma mais leve

de encarar a vida e de crescimento e evolução de si mesmo?

 

 

 

 

Depoimento processo coaching

“O que é melhor para mim? Por onde caminhar? Como devo fazer?” Estes foram sempre os meus maiores questionamentos que, por sua vez, denotam um dos meus pontos fracos: a indecisão. A indecisão aliada a necessidade de autoconhecimento formaram a força motriz para adentrar no universo do Coaching. De imediato, o reconhecimento do meu ponto fraco, foi o pontapé inicial de um processo de Coaching, um tanto quanto doloroso, em meio as confrontações que expuseram quem eu de fato sou, com as minhas crenças limitantes que me deixaVAM cristalizadas. Em contrapartida, alegrias também emergiram como parte deste processo, como por exemplo, o reconhecimento das minhas habilidades e qualidades que foram forjadas(e continuam sendo) durante a minha vida. Neste quesito, agradeço a Deus pelas experiências que me permite passar que alimentam o meu caráter. Considero também como alegria(máxima) o fato de descobri minha real missão e acreditar na concretização desta, pois o meu coração encontra-se disposto para tal fim. O fato de externar compartilhando e pondo em um papel, traços da minha personalidade, meus objetivos de vida, sonhos, entre outras coisas importantes, tornou liberto algo que estava escondido em mim. Agradeço a minha Coach Fátima Cruz que me auxiliou nesta caminhada árdua, porém satisfatória, pelo incentivo e ousadia de “confrontar” o meu eu, que proporcionou a queda da minha resistência trazendo à tona palavras de afirmação que fortalecem o meu ser como: SOU SEGURA e SOU OBJETIVA. A você, o meu mais sincero apreço e estima. Obrigada!

Abraços,

Janaina Miranda  

 

Sentindo vontade, por favor comente!

Sobre poemas e sentimentos

Quando a minha inspiração chega de mansinho, não tem como não dar ouvidos e palavras a ela. Assim nascem os poemas e sentimentos. Se você gosta de transcrição de sentimentos, e da forma de expressão do amor em versos, faço a você um convite:
Visite o site www.fatimacruz.recantodasletras.com.br, faça um tour pelo site e marque sua presença no livro de visitas.
Vou gostar de saber que você esteve lá!!!
Muita luz e paz em seu caminho!
Namastê!

Ode ao amor!

Se você gosta de poemas, de expressões e palavras que demonstrem o sentimento de um verdadeiro amor, faça uma visita ao site abaixo: e se gostar e se sentir à vontade para fazer algum comentário, ficarei muito grata.

Gestão de pessoas: Um estudo sobre os efeitos da valorização de pessoas nas organizações

GESTÃO DE PESSOAS: UM ESTUDO SOBRE OS EFEITOS DA VALORIZAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES

Fátima Cruz

      A Gestão de Pessoas é uma das áreas que mais tem sofrido mudanças e transformações nos últimos tempos. Não apenas nos aspectos tangíveis e concretos, mas principalmente nos aspectos conceituais e intangíveis, pois esta gestão tem sido responsável pelas organizações bem sucedidas e pelo aporte de capital intelectual que simboliza, a importância do fator humano nos novos tempos.

Manter a competitividade em alta hoje é um desafio permanente para todas as empresas. Nos negócios de hoje, o verdadeiro valor das organizações nem sempre guarda só relação com seu valor patrimonial físico, mas também está associado ao seu capital intelectual composto pelas pessoas que nelas trabalham.

Assim, tratar pessoas como seu verdadeiro banco de inteligência é, como se poderia dizer, o melhor e mais rentável dos investimentos. Talvez o único investimento que já vem com taxa de previsibilidade, ou seja, a empresa que tiver o melhor banco de inteligência e usá-lo como objeto de sua gestão estratégica, terá sua sobrevivência e sua maturidade garantidas.

Desta forma, é possível notar que os colaboradores exercem um papel fundamental para o sucesso das organizações, mas para isto acontecer é necessário garantir que estes estejam em número suficiente, bem treinados, motivados e comprometidos com os propósitos da organização.

Segundo Chiavenato(2004), o grande diferencial e a principal vantagem competitiva das empresas decorrem das pessoas que nelas trabalham, pois são estas que produzem, vendem, servem ao cliente, tomam decisões, lideram, motivam, comunicam, supervisionam, gerenciam e dirigem os negócios das empresas, no fundo as organizações são formadas por pessoas.

Ainda de acordo com Chiavenato (2004), essa tendência já se fortalece no sentido de passar a se utilizar a administração com as pessoas, deduzindo-se que as empresas começam a entender que esta forma de administração significa tocar a organização juntamente com os colaboradores e parceiros internos que mais a conhecem.

De acordo com Inmaculada Figols Costa, assistente social, especialista em recursos humanos e consultora organizacional, as organizações modernas tentam cada vez mais valorizar os seus recursos humanos em busca de maior competitividade, resgatando sua qualidade pessoal, sua autoestima e motivação, considerando seus valores pessoais e possibilitando, assim, autonomia nas decisões para atingir uma performance que permita ótimos resultados.

Assim, contrariando o pressuposto de que as empresas devem perseguir e atrair os melhores talentos para permanecerem bem sucedidas, os autores Charles A. O’ Reilly II & Jeffrey Pfeffer especialistas em comportamento organizacional e recursos humanos, argumentam que a fonte de vantagem competitiva sustentável já existe em cada organização.

Segundo eles, as organizações devem buscar internamente seus tesouros escondidos, que são os valores dos funcionários, os quais são aflorados de acordo com a estratégia dos negócios quando estas estão alinhadas com a realização das expectativas destes.

Evidenciando os principais pontos observados e destacados por O’Reilly e Pfeffer (2001),  algumas empresas nas quais, as estratégias estão realmente alinhadas com a valorização das pessoas que nelas trabalham, apresentam resultados fantásticos.

Conclui-se assim, que as pessoas hoje não são mais vistas como um recurso organizacional passivo e sim, como seres ativos dentro destas, capazes de tomarem decisões, inovarem e empreenderem dentro das organizações. Elas atualmente são vistas como agentes de desenvolvimento e, portanto dotadas de inteligência, habilidade, sensibilidade, valor, talento, capacidade e visão tornando-se assim indispensáveis as suas participações e colaborações nas empresas bem sucedidas, ou seja, as organizações dependem delas para atingir seus objetivos e cumprir suas missões.

Como resultado, percebe-se muito mais gente feliz em relação as suas vidas profissionais, pessoais, afetivas, familiares e sociais. Pessoas mais abertas e disponíveis para o novo, para conhecimentos diversos, pessoas não resistentes, sem amarras, com muita energia positiva e com o coração e a mente abertos capazes de transformar uma organização e torná-la produtiva e saudável.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Thomson, 2005.

GUIMARÃES, Sebastião. A hora e a vez do RH estratégico. Disponível em Internet – . Acessado em 11 de julho de 2008

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 2ª ed., Rio de Janeiro: Campus, 2004.

KIMURA, Edson Satoru. A importância da Gestão de Pessoas nas Organizações em Mudanças. Disponível em Internet

. Acessado em 10 de julho de 2008.

MENDONÇA, Carlos Alberto Veríssimo de; SAMPAIO, Elizabeth Motta. Gestão de Pessoas: Brasília: SEBRAE, 2003.

O’REILLY III, Charles; PFEFFER, Jeffrey. Talentos Ocultos: como as melhores empresas obtêm resultados extraordinários com pessoas comuns. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2001.

RH EM SÍNTESE Nº. 33 – ANO VI – MAR/ABR 2000 – PÁGINA 20

 

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